Enquanto o Eco-turismo e o Turismo Gastronômico crescem diariamente a níveis estrondosos, os brasileiros e estrangeiros estão descobrindo novas formas de viajar, e passaram a investir em conhecer o nosso Brasil, com todas as suas nuances de diferentes culturas, hábitos e rotinas. A Destilaria Maison Leblon, em Patos de Minas (MG), por exemplo, registrou um grande aumento no número de visitantes em suas dependências, buscando conhecer o canavial e o processo de preparo da Premium Cachaça Leblon, em sua própria “rota da cachaça”, a exemplo das famosas rotas do vinho de Bordeaux e Borgnone, na França, e Napa Valley, na California, entre outras.
Para receber estas pessoas da melhor forma possível, a Leblon montou um tour gratuito de quatro horas, que acompanha a fabricação da cachaça, desde o corte e a moagem da cana, passando pela fermentação e destilação, até o controle de qualidade, engarrafamento e descanso em barris de carvalho (previamente usados para envelhecimento de Cognac XO). Depois de todo esse trabalho, a recompensa: um agradável happy hour, com caipirinhas à vontade e caldo da cana que ajudaram a moer.
Todo o trajeto é acompanhado por Carlos de Oliveira, diretor da Destilaria Maison Leblon e pupilo do máster-distiller Gilles Merlet, que vem da França ao Brasil a cada três meses para seguir de perto a produção de sua cachaça e manter seus altíssimos níveis de qualidade. As técnicas e tecnologias usadas na destilarias foram trazidas da França diretamente por Monsieur Merlet, e podem ser conferidas apenas na Maison Leblon, em uma forma única de produzir cachaça.
Para saborear o melhor da culinária mineira, os visitantes ainda podem almoçar na própria Maison Leblon por R$ 30, enquanto a hospedagem na fazenda vizinha custa R$ 120 o quarto para até 3 pessoas. Durante o tour, é possível perceber porque a Leblon é tão especial em sua categoria: além de todo o cuidado no plantio e colheita da melhor cana possível, da fermentação livre de agentes contaminantes e da destilação em alambiques de cobre, a Cachaça ainda conta com um programa especial de sustentabilidade, como o tratamento da água para irrigação e a queima do bagaço da cana para obtenção de energia, entre muitos outros.
Para visitar a destilaria, é necessário agendar um horário no telefone (034) 3821-2161, ou diretamente com o Carlos, no número (034) 9145-2700.
Enquanto produz uma finíssima cachaça premium, líder de vendas da categoria nos Estados Unidos e Europa, a Leblon também se preocupa em reduzir ao máximo os impactos ambientais de sua produção, monitorando suas atividades e elaborando um programa de sustentabilidade e preservação, tentando assim construir um mundo melhor.
Tudo começa no plantio da cana, realizado em áreas previamente desflorestadas, sem a necessidade de desmatar novos espaços. É feito o corte da cana crua, sem utilizar-se de fogo para limpar as folhas – a queima utilizada tradicionalmente na lavoura de cana facilita o trabalho de corte, porém traz como conseqüência a emissão de gases poluentes e promove a esterilização da microbiologia do solo, além de deixá-lo nu, sem proteção contra ações do sol e das chuvas.
Como a cana deve ser limpa ainda no canavial, as folhas secas e partes não utilizáveis ficam sobre o solo, formando uma camada de matéria orgânica que protege o terreno contra a ação nociva dos raios solares e a erosão laminar, já que impede que a água da chuva escoe rapidamente sobre a terra, levando consigo a porção mais rica do solo e assoreando o leito dos rios. Desta forma, temos uma maior infiltração de água no solo, aumentando a umidade e facilitando a recuperação do lençol freático.
Sem o uso de pesticidas, as pragas da cana-de-açúcar são controladas de forma biológica – para combater o principal mal da cana no Brasil Central, a Broca (larva de uma mariposa noturna chamada Diatraea Saccharalis), a Leblon libera no canavial suas predadoras naturais, as vespas Cotesia flavipes; eliminando a peste e o pesticida em uma única tacada.
O bagaço que sobra da cana após a moagem e retirada do caldo pode ser destinado a uma série de projetos diferentes. A primeira é a queima deste material para geração de energia térmica na Maison Leblon, substituindo o gás ou a eletricidade. O resíduo excedente também é vendido para queima em outras empresas, como fabricantes de tijolos, que substituem a lenha pelo bagaço em seus fornos, reduzindo o corte de árvores. Totalmente orgânico, o bagaço ainda serve para a alimentação de bovinos e na preparação de adubo.
Criando seu próprio sistema de reuso de água, a Maison Leblon recupera e trata sua água industrial para ser usada na irrigação do canavial, aditivada com os resíduos do processo de destilação, conhecido como vinhaça ou vinhoto. Riquíssimos em minerais, o vinhoto seria altamente poluente se jogado em um rio; no entanto, se usado corretamente, torna-se um excelente fertilizante.
Para finalizar, o lixo comum também é selecionado e direcionado à reciclagem. Enquanto os resíduos orgânicos têm fins agrícolas – como adubo e alimento de animais –, os materiais limpos e recicláveis são doados à APARE (Associação Patense dos Catadores de Materiais Recicláveis), cooperativa composta por trabalhadores de baixa renda e organizada pela prefeitura de Patos de Minas (MG), com a qual a Leblon mantém convênio.
A história do Fasano começa em 1902, quando Vittorio Fasano, italiano de Milão e patriarca da família, chega ao Brasil e inaugura a Brasserie Paulista, no centro histórico de uma São Paulo elegante e engravatada.
Cento e nove anos depois, a qualidade Fasano se expande pelos maravilhosos hotéis do grupo, localizados nos bairros mais charmosos do Rio de Janeiro e São Paulo, e na Fazenda Boa Vista. Além da hotelaria, os Fasano nos deleitam na gastronomia com os restaurantes Gero, em São Paulo e no Rio de Janeiro, Parigi, Gero Caffè, Empório Armani Caffè e casa Fasano.
Com seu comprometimento com a qualidade e um público exigente, a cachaça recomendada em todos os locais do grupo só podia ser a Leblon. Além das típicas caipirinhas, os talentosos bartenders do grupo estão preparados para criar combinações que surpreendem seu paladar. Foi assim que o bartender “Bolinha” do Baretto, criou a Very Fasano, deliciosa caipirinha que está em todos os cardápios do grupo. Experimente da mão do criador ou faça em casa:
VERY FASANO
60ml de Cachaça Leblon
90ml de suco de cranberry
3 cubos de abacaxi
10ml de suco de limão siciliano
15ml de xarope de hortelã
Soque o abacaxi com o xarope de hortelã em uma coqueteleira. Adicione gelo e o resto dos ingredientes. Bata fortemente e sirva em um copo de long drink.
É sempre emocionante ver uma celebridade. Agora imagine ver todas as celebridades da Globo juntas, em uma das festas mais luxuosas da televisão brasileira. Assim foi a nossa noite do sábado 8 de janeiro, quando participamos da festa de lançamento da novela Insensato Coração. Fama e luxo sempre lembram ao Hotel Copacabana Palace, e foi ai onde essa noite, os convidados da Globo desfrutaram de uma festa maravilhosa.
O público foi à loucura esperando a chegada dos atores nas redondezas do evento. Eles gritavam para chamar à atenção. Os hóspedes do hotel paravam e ficavam observando a chegada dos famosos.
Antonio Fagundes, Natalia do Vale, Fábio Assunção, Eriberto Leão, Deborah Secco, Camila Pitanga, Ana Paula Arósio e Lázaro Ramos. Os atores principais da novela foram só alguns dos que encantaram ao público e desfrutaram do evento.
O cenógrafo Antônio Neves da Costa foi o responsável pela decoração. Ele conta que a inspiração foi o ambiente de design da novela e a boate Barão da Gamboa, badalado ponto noturno da trama: “O salão nobre do Copacabana Palace foi inspirado no mundo do design, enquanto o Golden Room [salão principal da festa] teve uma inspiração mais underground, parecida com o ambiente de boate da Barão da Gamboa” No sofisticado bar da varanda do Copacabana Palace foram servidos drinks que encantaram aos assistentes. O cardápio, baseado no tema da novela, foi assinado por barmens como Alex Miranda, Santiago Silva e Waldek Rocha. os drinks levavan nomes como “Insensato Coração” e “Nas alturas”,uns a base de whisky, outros de espumante, mas a grande maioria com cachaça Leblon. Um luxo só!!!
Está com água na boca? Aqui está a receita do drink Insensato Coração:
Americano de nascimento e brasileiro de coração, Steve Luttmann é um cachaceiro de primeira. E com orgulho! O “gringo” se apaixonou pela cachaça quando morou no Brasil, onde foi gerente de marketing da Cica por três anos, e acabou levando essa paixão pelo mundo afora. “Resolvi abrir a empresa um dia depois de fazer 40 anos. Minha mulher diz que foi uma crise de meia idade”, brinca. “Decidi que iria fazer por mim o que passei a vida inteira fazendo pelos outros”.
Legitimamente brasileira, a Cachaça Leblon nasceu em 2005, quando ele decidiu tentar a sorte ao abrir um negócio próprio. Ao perceber que hoje em dia os jovens preferem tomar coquetéis a cervejas, como na época de seus pais, Steve pensou que apresentar ao mundo a mais brasileira das bebidas seria um bom negócio. E ele estava certo: hoje, é possível tomar uma caipirinha de Leblon pelos quatro cantos do mundo: Estados Unidos, Canadá, Inglaterra, França, Espanha, Portugal, Tailândia e o nosso Brasil, entre outros pontos.
Formado com honras em Finanças pela Universidade da Pensilvânia e dono de um MBA pela Universidade de Nova York, Steve conta com um invejável currículo na área de marketing, incluindo passagens pela Unilever e LVMH Louis Vuitton Möet Henessy. Em 1997, foi nomeado um dos 100 principais profissionais de marketing pela revista Advertising Age, pelo belo trabalho que fez frente à Five Brothers, hoje Bertolli, a famosa rede de alimentos italianos.
Filho de americanos com ascendência alemã e italiana, Steve nasceu na cidade da Filadélfia e fala português e alemão com fluência. Parece que sua internacionalidade está no sangue. Além de morar no Brasil, onde casou-se com uma brasileira, Steve também viveu em Colônia, na Alemanha, e Viena, na Áustria, onde trabalhou como consultor da ONU.
Ainda pouco difundida no Brasil, a profissão de master distiller é fundamental para a obtenção de produtos de altíssima qualidade no mercado de destilados e afins. Afinal, é ele quem seleciona, controla e supervisiona todos os detalhes de um processo de destilação. Para trabalhar da melhor forma os mistérios e curiosidades que envolvem esta arte, a cachaça Leblon apresenta, como seu máster distiller, o francês Gilles Merlet – um dos mais aplaudidos na Europa.
Responsável pelos métodos que conferem à Leblon o conceito de cachaça top, Gilles possui vasto conhecimento sobre blending e uma enorme bagagem em técnicas únicas de fermentação, destilação e envelhecimento.
Nascido em 22 de março de 1948, em St. Sauvant, na França, Gilles formou-se engenheiro agrícola, diplomado pela ESAP, em Toulouse, no ano de 1971. Trabalhou como viticultor em Cherac, região de Cognac, até assumir a destilaria da família, em 1975, após a morte de seu pai. Especialista em produção de cognac, Gilles destila a bebida exclusivamente para a famosa Maison Henessy. Amante das bebidas de qualidade, manteve a tradição da família como produtor de cognac e, entre outras atividades, destacou-se no universo do vinho, do suco de uva e do Pineau des Charentes (bebida popular na região francesa, que mistura suco de uva não fermentado com cognac).
Mas, a menina dos olhos de ouro de Gilles é seu famoso Creme de Cassis, um dos mais premiados da atualidade, contemplado com medalha de ouro no Concurso Internacional de Licores Frutados em Metz, em 2006. Sob sua inteira responsabilidade, ainda está uma gama de licores frutados – que levam a marca MERLET (desde 1988) –, além de outros produtos de sucesso, como Liqueur C² (à base de cognac), Cognac-Citron, Cognac-Cassis, Cognac-Café, Cognac-Crème, Vin de pays Charentais, Vin de Pays de l’Atlantique e o recente Hipnotiq – um mix de cognac, vodka e blend de frutas, que figura entre os mais bem sucedidos coquetéis nos USA, integrando, inclusive, a lista dos 100 melhores destilados segundo a revista americana Impact.
Encantado pela idéia de Steve Luttmann, fundador da Cachaça Leblon, Gilles Merletuniu a tradição de master blender de cognac à uma inovadora concepção de cachaça, com um twistmoderno, que faz de sua mais nova cria, a Leblon, uma opção refinada, única, exclusiva, upscale.
Em seu leque de premiações, ele ainda traz diversas medalhas obtidas em concursos regionais de Vins de Pays e medalha de ouro pelo Sauvignon Blanc, no Concurso Geral Agrícola de Paris, em 2004. A Cave de Saintonge, que produz tais vinhos, é desde abril de 2006, filial da Maison Merlet.
Brasileiro que se preze tem orgulho de sua original cachaça, principalmente nos dias de hoje, que podemos encontrar opções mais doce e delicada, Leblon sofisticadas. Já contemplada pelas principais capitais do mundo como Nova York, Paris e Londres, a cachaça Leblon chegou ao Brasil há dois anos, com vibrante sabor frutado, aroma vivo da cana e corpo macio, destinada aos apreciadores das boas coisas da vida.
Doce e delicada, Leblon faz uma releitura dos principais métodos de destilação utilizados no mundo. Sua produção é feita em Patos de Minas (MG), na Maison Leblon, e supervisionada pelo top master distiller, o francês Gilles Merlet, que, após vários testes, desenvolveu um novo processo especial para a marca. A primeira etapa diferencia-se pela colheita manual da cana-de-açúcar – que recebe dois cortes – e pela prensa. “Somente a prensa suave preserva as características vegetais mais nobres da cana”, diz ele.
A garapa, então, é armazenada em tonéis de aço e passa por refinada e exclusiva fermentação. Na próxima fase, a destilação é feita em alambiques de cobre, somente uma vez, para preservar o aroma original da cana. Em seguida, o diferencial de Leblon: a aguardente é envelhecida em barris de carvalho francês, anteriormente utilizadas no envelhecimento de cognac. Para remover os componentes alcoólicos indesejáveis, a bebida ainda passa por tripla filtragem orgânica.
O resultado é uma cachaça de qualidade superior às degustadas pelo paladar exigente dos amantes da bebida, apresentada em uma garrafa de alta costura francesa – feita com vidro cristalino da Normandia. Lançada no exterior, Leblon é campeã de vendas nos EUA e Europa e tornou-se popular nos estabelecimentos gastronômicos de alto luxo, chegando ao Brasil já como referência no segmento Premium.
Prova de sua elegância, a marca foi eleita durante quatro vezes consecutivas como a “Top Cachaça do Mundo” no concurso de destilados de São Francisco e recebeu o prêmio “Best of Class 2007” na London Rum Experience.
Disputando as prateleiras ao lado de destilados especiais, Leblon inspira as criações de barchefs (designers de coquetéis) renomados no mundo todo e já é a predileta de profissionais como o austríaco Albert Trummer, o mexicano Junior Merino e o australiano Naren Young.
No Brasil, a Leblon pode ser encontrada em aproximadamente 500 pontos de venda em onze estados do país, incluindo casas de renome como Alucci Alucci, Brasil a Gosto, Capim Santo, Dry, Fasano, todos os hotéis 5 estrelas de São Paulo, e os restaurantes de Alex Atala – Dalva & Dito e D.O.M –, onde foi eleita a única cachaça a ser servida.